O meu processo também é de outubro de 2023. Entreguei em Lisboa e 2 meses depois enviaram o processo na ACP e até agora está no Submetido. É inacreditável!
@Bhoye sim, mesmo assim, eu já estou a quase 23 días de o meu processo fazer três anos de estar submetido em lisboa e aos quatro meses depois foi enviado ao ACP, pensei que no ano 2024 com a mudança dos sistema o meu processo ia ter avanço mas não tem avanço nenhum.
Estou farto detentar edil informação ao ACP e á AIMA para ver se é por aí que o processo está entalado.
O meu processo foi entregue em Maio de 2023 sem resposta nem avanço nenhum... inacreditável mesmo.
@Felipec Compreendo perfeitamente a frustração é, de facto, difícil aceitar uma espera superior a três anos para um processo que, em teoria, deveria estar concluído em até dois.
O meu processo também daqui alguns meses vai fazer 3 anos sem avanço nenhum, hoje tentei o dia todo ligar o registo central para ver se me atendiam mas nada. O mais preocupante é mesmo a ausência total de respostas. Tenho tentado, quase todos os meses de forma, obter esclarecimentos junto do ACP, na expectativa de perceber se existe algum bloqueio específico, mas sem sucesso. uma situação que considero, sinceramente, incompreensível.
Minha esposa recebeu resposta via e-mail do CRC Vila Nova de Gaia (processo entregue lá em 10/2023):
"O seu processo continua a aguardar resposta da AIMA para poder avançar para decisão.
Prestamos a seguinte informação ao abrigo do artigo 82.º do Código do Procedimento Administrativo:
Articulado legal fundamento
- Art. 6.º, n.º 1 (maiores)
-- Análise
-- maio/2025
1. Todos os processos tramitados ao abrigo do Art.º 6º já analisados e ainda não decididos, se não foi notificado para juntar algum documento em falta, aguardam apenas respostas às consultas feitas às entidades externas para poderem avanção para decisão."
@lenacroc O meu processo também, dei entrada no dia 30 de janeiro de 2023 em Lisboa, tem proposta de decisão desde o dia 25 de fevereiro de 2026 e até agora nada. Está na Conservatória dos Registos Centrais e é pelo artigo 6.1 tempo de residência por pelo menos 5 anos. Será que em maio/junho teremos alguma novidade? :)
Lendo essa resposta postada pelo @czamora , seria muito melhor a nivel de transparência se eles introduzissem um novo status para esses casos de aguardando entidade externa.
E que refletisse no site. Pq pelo q vejo é ficar em análise eternamente e quando finalmente finalizam o processo o status muda logo para esse ultimo.
Aguardar uma decisão significa, na verdade, esperar pela resposta de uma entidade externa? Após emitir a notificação de exigência de documentos — e até mesmo quando essa exigência já foi atendida — ainda é necessário aguardar a resposta da entidade externa para poder tomar uma decisão?
Se eles só aceitam que você dê entrada no processo já tendo completado os 5 anos (pelo menos no meu caso pediram para ver todos os cartões de residência), precisam da validação da AIMA para que? Isso que eu não sei...
No nosso caso, enviamos por correios as cópias autenticadas de todos os TRs que já tivemos (àquela época), que provava os 5 anos de residência legal, além da certidão de contagem de tempo do SEF / AIMA com o selo e tudo mais (e foi um parto obter em Viseu)...
@Morps pois. Era pra na hora da entrada no pedido, o sistema do irn ter acesso a alguma API da aima ou uma base de dados onde uma simples consulta do nif já desse pra dizer se ta permitido ou não. Se colocassem um pouco de preciosismo, ainda poderia dizer quantos tempo a pessoa tem e com isso ela saberia quando realmente pode dar entrada.
Nem que nessa consulta q retorne negativo fosse cobrada. Sei lá, uma parte do valor que o cidadão ia pagar no processo.
Sera q reduziria o número de pedidos rodando no sistema que no final seriam indeferidos?
Ainda mais q eles só recebem os docs e abrem o pedido.
Na minha vez mesmo eles só fizeram questão de dizer q eu deveria ter mesmo os 5 anos e que se pudesse ter 1 dia ou mais a mais seria melhor.
Boa tarde, já cá estou a festejar os belos três anos que vai fazer o meu processo no próximo 17 de Maio, é mesmo inacreditável e uma falta de respeito e consideração porque o trámite nÑao é de graça mas parece... pelo tratamento que estão a receber os processos. Mesmo de miseria e caridade.
É uma total falta de respeito/consideração. A considerar a quantidade de processos analisados / decididos por ano, nota-se um decréscimo monstruoso nos últimos anos, em contrapartida ao aumento do número de pedidos. Não só aumentou o número de pedidos (normal), mas também diminuiu número de análises (anormal).
@czamora É mesmo assim, falta de respeito, falta de investimento nos profissionais e falta de formação que faz uma mistura que termina infelizmente afetando aos cidadãos que pagamos uma quantia por um serviço ao qual temos direito pelo facto de cá ter vivido cinco anos, ter pagado as nossas obrigações parente à segurança social e as finanças, no meu caso, ter pagado o meu estudo na faculdade porque nem bolsa deram naquela altura de crise.
Deviam dizer se os processos que estão pendentes já mais de tres anos e que nem têm movimento nenhum, se estes vão ser deferidos ou indeferidos e não gozar com as expectativas das pessoas que estão a espera.
desde fevereiro analisando a 1ª quinzena de outubro 2023.
3 meses em 1 quinzena. faz sentido uma coisa dessa?
fui buscar info do quadro de funcionarios nas conservatórias e em um post de 2023 tinha isso:
ACP Porto:
Conservadores: subiu de 13 para 15 (dos quais 1 é "conservador auxiliar")
Oficial registros especialista: igual em 1
Oficial registros: subiu de 26 para 30
Assistente técnico: subiu de 3 para 11
a tabela de fevereiro, Eles sentaram em cima do 6.1 praticamente.
Devem estar demorando pois enviaram os conservadores para o futuro para processarem os pedidos do 1 C via inscrição - menores, que já estão na 2ª quinzena de agosto de 2026.
Enquanto não for resolvido o gargalo da demora das respostas das consultas às entidades externas (algo essencial nos processos 6.1, por residência), os processos não tem como andar. O IRN não pode despachar estes processos sem que AIMA, PJ etc tenham respondido a essas consultas.
Parte de email recente da ACP sobre o tema:
"Em resposta ao solicitado esclarece-se que o processo do representado de V. Exª , o processo não pode ser decidido por ainda não se terem recebido, nos termos legalmente prescritos, todas as respostas das entidades externas a estes serviços (AIMA, DGAJ, PJ e UCFE), aguardando a receção dos respetivos pareceres – situação aplicável aos artº 1 d), artº 6º nº1 e art.º 6º nº7 ,sem cujos pareceres o pedido não pode ser decidido, sob pena de nulidade de decisão; estes pareceres são-nos enviados oficiosamente pelas referidas entidades, via Aplicação Informática própria.
Recebida que seja a resposta em falta (cuja data não está ao nosso alcance indicar por se tratar de entidade autónoma a estes serviços) e de acordo com o teor da mesma, o processo será decidido, do que será de imediato notificada por via email.
Oestado processual do seu pedido de nacionalidade deve ser acompanhado, preferencialmente por consulta na plataforma própria com a chave de acesso que lhe foi fornecida aqui - A plataforma está atualizada sobre o estado dos processos"
Os processos 1C (filhos) não exigem essas consultas externas, então eles podem avançar.
A questão central é que não tem como saber quando foi solicitado essa analise externa.
Tirando pela tabela, se a data é referente à decisão, leve a crer então que esses pedidos que deram entrada até a primeira quinzena de outubro 2023, já começaram a receber a resposta das entidade externas e estão sendo aos poucos decidido.
Mas enquanto estes não recebem respostas , os pedidos posteriores são pelo menos vistos? Já foram enviados para consulta externa? Ou só pegam neles ( ate o envio para consulta) depois de algum outro critério?
É uma pura e simples FIFO? Pq ao meu entender se o processo é assíncrono, daria pra ir disparando pras entidades externas tao logo o processo é criado.
Repito que deveria ter no portal um status intermediário para sinalizar se o pedido foi visto, iniciado os tramites de consulta externa.
Isso traria transparência ao processo.
Do jeito que tá ngn faz a minima ideia se seu pedido foi sequer visto ou se esta em consulta externa e desde quando.
Não é nem a data da respostas pelas entidades, e sim a data de envio do questionamento.
Pois pela resposta do email, da entender q não podem dizer a data em q eles respondem, e que tao logo recebem a resposta, já tomam a decisão.
Tirando pela tabela, se a data é referente à decisão, leve a crer então que esses pedidos que deram entrada até a primeira quinzena de outubro 2023, já começaram a receber a resposta das entidade externas e estão sendo aos poucos decidido.
Concordo que deve ser algo desse tipo.
Pq ao meu entender se o processo é assíncrono, daria pra ir disparando pras entidades externas tao logo o processo é criado.
Acho que o email acima deixa a entender que sim, as consultas são disparadas bem antes da decisão (pode não ser exatamente no momento da criação). Mas a decisão em si fica na dependência de ter disponíveis todos os fatores que a influenciam (incluso essas fatídicas consultas externas).
Talvez já saiba disso, mas os "oficiais" é que fazem o processamento inicial dos processos e, presumo, sejam eles (ou os assistentes) que cuidem dessas consultas externas, além de examinar se os processos tem tudo que precisam, se atendem os requisitos de tempo (no caso de residência ou cônjuge) etc. Aí eles deixam tudo preparado para a decisão do conservador, que é o único que tem alçada para conceder a nacionalidade. Suponho que, enquanto não receberem as respostas externas, os processos ficam nesse "limbo".
Tenho uma visão diferente sobre fases intermediárias de um processo de nacionalidade. Acho, na prática, irrelevante a informação, pois o requerente não tem controle sobre elas; não tem como acelerar a resposta da AIMA etc. O que interessa mesmo é o tempo total entre a chegada de um processo e seu desfecho (aprovação), caso não tenha alguma exigência.
Vou te propor uma outra visão: dos tipos de processos analisados pela ACP que dependem de consultas externas (1D - netos maiores de idade; 6.1 - residência; 6.7 - sefarditas), poderia se argumentar que ACP dá prioridade justamente aos 6.1, pois são os que estão mais adiantados.
Creio que os processos “são vistos” quando entram na fase de “análise”, que é também quando solicitam as consultas externas, depois do que passam ”para decisão” do conservador.
@CarlosAlberto , entendo. Sou da opinião que eles teriam como pelo menos dizer se um processo esta a em analise externa. Ja que tudo é informatizado.
Daria pra diferenciar um em analise, quando esta a ser verificado pelos técnicos, de um em analise externa. Aqui o objetivo era só ter essa transparência.
Acredito eu que muitas pessoas quando consultassem e vissem esse "novo" status, deixariam de inundar as linhas e emails deles. Pois teria a clareza de que o pedido não depende irn.
Sobre as prioridades dos pedidos eu não saberia responder. Se fosse chutar diria que deve ser pela diferença de volume nos pedidos.
@carlasimone , então se esse é o trâmite, não precisaria de status novo.
O problema seria outro então, e não se aplica na generalidade do irns e artigos:
Os processos ficam no estado inicial por todo o ciclo de vida e somente ao fim da decisão é atualizado tudo de uma vez.
Mas vai ver to procurando pelo em ovo.
Deve ser meu momento de frustração com ansiedade mais nova lei.
No caso da minha esposa e o que subentendi da resposta do CRC de Vila Nova de Gaia, as consultas foram submetidas aos órgãos em maio/2025 ou antes, pois lembro-me de já terem referido anteriormente (salvo erro em contrário) algo neste sentido.
Faz sentido a ACP estar na dependência da resposta de entidades externas, como a AIMA. Porém, outras conservatórias parecem não padecer do mesmo problema com tanta severidade.
Se me recordo bem, os processos 6.1 em Lisboa estavam atrasados em relação aos da ACP há alguns meses. Hoje estão à frente.
Fica a sensação de que os motivos não são só esses.
Engraçado que eu vi em um outro tópico que o CRC de Lisboa já tinha avançado para janeiro/24. Ou seja, as entidades respondem para Lisboa mas não para o Porto? Muito estranho isso...
As tabelas da ACP e CRCentrais Lisboa podem não estar informando exatamente a mesma coisa.
ACP coloca junto "análise/decisão", enquanto Lisboa coloca só "análise".
Não dá para cravar que seja isso, mas Lisboa pode estar dizendo algo assim: "os oficiais já olharam todos os pedidos até essa data, e mandamos as consultas externas para pedidos até essa data; quando recebermos as respostas aí eles irão para o conservador".
Pode ver que o título da tabela de Lisboa é "Data de análise (processos novos) - Oficial registos" (o negrito é meu)... somente para 3.1 (casamento) Lisboa abre a informação de que os processos já estão na fase de "decisão".
Enquanto ACP pode estar dizendo: "até a data X já analisamos tudo, já recebemos as respostas das consultas externas e agora está na pilha do conservador para decidir". Pois "decisão" é algo que só o conservador pode fazer.
Seriam estágios diferentes.
Além disso, curioso se alguém sabe exatamente como a AIMA (que parecer ser o gargalo) responde a essas consultas. É na base estritamente FIFO (pela ordem individual de chegada), ou são criados lotes e, de tempos em tempos, se processam muitos pedidos de uma vez? Como já se viu por outros motivos (autorizações de residência, renovação etc), a AIMA está longe de ser algo eficiente.
Comentários
O meu processo é de outubro de 2023. Entregue pessoalmente na ACP.
Ainda no status SUBMETIDO.
No início do mês de abril (2026) consegui falar com a "Linha geral de registros", que me disse:
1- Pediram informações à AIMA no dia 5 de dezembro de 2025, até hoje não tiveram resposta.
2- Pediram informações à Justiça nesse mês (abril/2026), não tiveram resposta.
Acho que não tenho muito a fazer, apenas aguardar.
O meu processo também é de outubro de 2023. Entreguei em Lisboa e 2 meses depois enviaram o processo na ACP e até agora está no Submetido. É inacreditável!
@Bhoye sim, mesmo assim, eu já estou a quase 23 días de o meu processo fazer três anos de estar submetido em lisboa e aos quatro meses depois foi enviado ao ACP, pensei que no ano 2024 com a mudança dos sistema o meu processo ia ter avanço mas não tem avanço nenhum.
Estou farto detentar edil informação ao ACP e á AIMA para ver se é por aí que o processo está entalado.
O meu processo foi entregue em Maio de 2023 sem resposta nem avanço nenhum... inacreditável mesmo.
@Felipec Compreendo perfeitamente a frustração é, de facto, difícil aceitar uma espera superior a três anos para um processo que, em teoria, deveria estar concluído em até dois.
O meu processo também daqui alguns meses vai fazer 3 anos sem avanço nenhum, hoje tentei o dia todo ligar o registo central para ver se me atendiam mas nada. O mais preocupante é mesmo a ausência total de respostas. Tenho tentado, quase todos os meses de forma, obter esclarecimentos junto do ACP, na expectativa de perceber se existe algum bloqueio específico, mas sem sucesso. uma situação que considero, sinceramente, incompreensível.
O meu processo que dei entrada em Lisboa é de Janeiro/2023 e até agora nenhum avanço, nada! É frustrante e angustiante.
Boa noite.
Minha esposa recebeu resposta via e-mail do CRC Vila Nova de Gaia (processo entregue lá em 10/2023):
"O seu processo continua a aguardar resposta da AIMA para poder avançar para decisão.
Prestamos a seguinte informação ao abrigo do artigo 82.º do Código do Procedimento Administrativo:
Articulado legal fundamento
- Art. 6.º, n.º 1 (maiores)
-- Análise
-- maio/2025
1. Todos os processos tramitados ao abrigo do Art.º 6º já analisados e ainda não decididos, se não foi notificado para juntar algum documento em falta, aguardam apenas respostas às consultas feitas às entidades externas para poderem avanção para decisão."
@lenacroc O meu processo também, dei entrada no dia 30 de janeiro de 2023 em Lisboa, tem proposta de decisão desde o dia 25 de fevereiro de 2026 e até agora nada. Está na Conservatória dos Registos Centrais e é pelo artigo 6.1 tempo de residência por pelo menos 5 anos. Será que em maio/junho teremos alguma novidade? :)
Lendo essa resposta postada pelo @czamora , seria muito melhor a nivel de transparência se eles introduzissem um novo status para esses casos de aguardando entidade externa.
E que refletisse no site. Pq pelo q vejo é ficar em análise eternamente e quando finalmente finalizam o processo o status muda logo para esse ultimo.
Aguardar uma decisão significa, na verdade, esperar pela resposta de uma entidade externa? Após emitir a notificação de exigência de documentos — e até mesmo quando essa exigência já foi atendida — ainda é necessário aguardar a resposta da entidade externa para poder tomar uma decisão?
Se eles só aceitam que você dê entrada no processo já tendo completado os 5 anos (pelo menos no meu caso pediram para ver todos os cartões de residência), precisam da validação da AIMA para que? Isso que eu não sei...
@Morps pois é...
No nosso caso, enviamos por correios as cópias autenticadas de todos os TRs que já tivemos (àquela época), que provava os 5 anos de residência legal, além da certidão de contagem de tempo do SEF / AIMA com o selo e tudo mais (e foi um parto obter em Viseu)...
@Morps pois. Era pra na hora da entrada no pedido, o sistema do irn ter acesso a alguma API da aima ou uma base de dados onde uma simples consulta do nif já desse pra dizer se ta permitido ou não. Se colocassem um pouco de preciosismo, ainda poderia dizer quantos tempo a pessoa tem e com isso ela saberia quando realmente pode dar entrada.
Nem que nessa consulta q retorne negativo fosse cobrada. Sei lá, uma parte do valor que o cidadão ia pagar no processo.
Sera q reduziria o número de pedidos rodando no sistema que no final seriam indeferidos?
Ainda mais q eles só recebem os docs e abrem o pedido.
Na minha vez mesmo eles só fizeram questão de dizer q eu deveria ter mesmo os 5 anos e que se pudesse ter 1 dia ou mais a mais seria melhor.
Boa tarde, já cá estou a festejar os belos três anos que vai fazer o meu processo no próximo 17 de Maio, é mesmo inacreditável e uma falta de respeito e consideração porque o trámite nÑao é de graça mas parece... pelo tratamento que estão a receber os processos. Mesmo de miseria e caridade.
@Felipec sinto muito...
É uma total falta de respeito/consideração. A considerar a quantidade de processos analisados / decididos por ano, nota-se um decréscimo monstruoso nos últimos anos, em contrapartida ao aumento do número de pedidos. Não só aumentou o número de pedidos (normal), mas também diminuiu número de análises (anormal).
https://partilha.justica.gov.pt/Transparencia/Dados-e-Estatisticas/Pedidos-de-Nacionalidade-por-ano-e-estado
@czamora É mesmo assim, falta de respeito, falta de investimento nos profissionais e falta de formação que faz uma mistura que termina infelizmente afetando aos cidadãos que pagamos uma quantia por um serviço ao qual temos direito pelo facto de cá ter vivido cinco anos, ter pagado as nossas obrigações parente à segurança social e as finanças, no meu caso, ter pagado o meu estudo na faculdade porque nem bolsa deram naquela altura de crise.
Deviam dizer se os processos que estão pendentes já mais de tres anos e que nem têm movimento nenhum, se estes vão ser deferidos ou indeferidos e não gozar com as expectativas das pessoas que estão a espera.
Tabela ACP 04.2026
O ACP está em Outubro de 2023 para 6.1 já faz um tempo... Não há como distribuírem esses processos pra outras conservatórias, como Braga por exemplo?
@Rameu
Finalmente alguma movimentação significativa para netos maiores!
desde fevereiro analisando a 1ª quinzena de outubro 2023.
3 meses em 1 quinzena. faz sentido uma coisa dessa?
fui buscar info do quadro de funcionarios nas conservatórias e em um post de 2023 tinha isso:
ACP Porto:
Conservadores: subiu de 13 para 15 (dos quais 1 é "conservador auxiliar")
Oficial registros especialista: igual em 1
Oficial registros: subiu de 26 para 30
Assistente técnico: subiu de 3 para 11
a tabela de fevereiro, Eles sentaram em cima do 6.1 praticamente.
Devem estar demorando pois enviaram os conservadores para o futuro para processarem os pedidos do 1 C via inscrição - menores, que já estão na 2ª quinzena de agosto de 2026.
@Publicus @rwieler
Enquanto não for resolvido o gargalo da demora das respostas das consultas às entidades externas (algo essencial nos processos 6.1, por residência), os processos não tem como andar. O IRN não pode despachar estes processos sem que AIMA, PJ etc tenham respondido a essas consultas.
Parte de email recente da ACP sobre o tema:
"Em resposta ao solicitado esclarece-se que o processo do representado de V. Exª , o processo não pode ser decidido por ainda não se terem recebido, nos termos legalmente prescritos, todas as respostas das entidades externas a estes serviços (AIMA, DGAJ, PJ e UCFE), aguardando a receção dos respetivos pareceres – situação aplicável aos artº 1 d), artº 6º nº1 e art.º 6º nº7 ,sem cujos pareceres o pedido não pode ser decidido, sob pena de nulidade de decisão; estes pareceres são-nos enviados oficiosamente pelas referidas entidades, via Aplicação Informática própria.
Recebida que seja a resposta em falta (cuja data não está ao nosso alcance indicar por se tratar de entidade autónoma a estes serviços) e de acordo com o teor da mesma, o processo será decidido, do que será de imediato notificada por via email.
O estado processual do seu pedido de nacionalidade deve ser acompanhado, preferencialmente por consulta na plataforma própria com a chave de acesso que lhe foi fornecida aqui - A plataforma está atualizada sobre o estado dos processos"
Os processos 1C (filhos) não exigem essas consultas externas, então eles podem avançar.
@CarlosASP , obrigado pela info.
A questão central é que não tem como saber quando foi solicitado essa analise externa.
Tirando pela tabela, se a data é referente à decisão, leve a crer então que esses pedidos que deram entrada até a primeira quinzena de outubro 2023, já começaram a receber a resposta das entidade externas e estão sendo aos poucos decidido.
Mas enquanto estes não recebem respostas , os pedidos posteriores são pelo menos vistos? Já foram enviados para consulta externa? Ou só pegam neles ( ate o envio para consulta) depois de algum outro critério?
É uma pura e simples FIFO? Pq ao meu entender se o processo é assíncrono, daria pra ir disparando pras entidades externas tao logo o processo é criado.
Repito que deveria ter no portal um status intermediário para sinalizar se o pedido foi visto, iniciado os tramites de consulta externa.
Isso traria transparência ao processo.
Do jeito que tá ngn faz a minima ideia se seu pedido foi sequer visto ou se esta em consulta externa e desde quando.
Não é nem a data da respostas pelas entidades, e sim a data de envio do questionamento.
Pois pela resposta do email, da entender q não podem dizer a data em q eles respondem, e que tao logo recebem a resposta, já tomam a decisão.
@Publicus
Tirando pela tabela, se a data é referente à decisão, leve a crer então que esses pedidos que deram entrada até a primeira quinzena de outubro 2023, já começaram a receber a resposta das entidade externas e estão sendo aos poucos decidido.
Concordo que deve ser algo desse tipo.
Pq ao meu entender se o processo é assíncrono, daria pra ir disparando pras entidades externas tao logo o processo é criado.
Acho que o email acima deixa a entender que sim, as consultas são disparadas bem antes da decisão (pode não ser exatamente no momento da criação). Mas a decisão em si fica na dependência de ter disponíveis todos os fatores que a influenciam (incluso essas fatídicas consultas externas).
Talvez já saiba disso, mas os "oficiais" é que fazem o processamento inicial dos processos e, presumo, sejam eles (ou os assistentes) que cuidem dessas consultas externas, além de examinar se os processos tem tudo que precisam, se atendem os requisitos de tempo (no caso de residência ou cônjuge) etc. Aí eles deixam tudo preparado para a decisão do conservador, que é o único que tem alçada para conceder a nacionalidade. Suponho que, enquanto não receberem as respostas externas, os processos ficam nesse "limbo".
Tenho uma visão diferente sobre fases intermediárias de um processo de nacionalidade. Acho, na prática, irrelevante a informação, pois o requerente não tem controle sobre elas; não tem como acelerar a resposta da AIMA etc. O que interessa mesmo é o tempo total entre a chegada de um processo e seu desfecho (aprovação), caso não tenha alguma exigência.
Vou te propor uma outra visão: dos tipos de processos analisados pela ACP que dependem de consultas externas (1D - netos maiores de idade; 6.1 - residência; 6.7 - sefarditas), poderia se argumentar que ACP dá prioridade justamente aos 6.1, pois são os que estão mais adiantados.
@Publicus
Creio que os processos “são vistos” quando entram na fase de “análise”, que é também quando solicitam as consultas externas, depois do que passam ”para decisão” do conservador.
@CarlosAlberto , entendo. Sou da opinião que eles teriam como pelo menos dizer se um processo esta a em analise externa. Ja que tudo é informatizado.
Daria pra diferenciar um em analise, quando esta a ser verificado pelos técnicos, de um em analise externa. Aqui o objetivo era só ter essa transparência.
Acredito eu que muitas pessoas quando consultassem e vissem esse "novo" status, deixariam de inundar as linhas e emails deles. Pois teria a clareza de que o pedido não depende irn.
Sobre as prioridades dos pedidos eu não saberia responder. Se fosse chutar diria que deve ser pela diferença de volume nos pedidos.
@carlasimone , então se esse é o trâmite, não precisaria de status novo.
O problema seria outro então, e não se aplica na generalidade do irns e artigos:
Os processos ficam no estado inicial por todo o ciclo de vida e somente ao fim da decisão é atualizado tudo de uma vez.
Mas vai ver to procurando pelo em ovo.
Deve ser meu momento de frustração com ansiedade mais nova lei.
Boas!
No caso da minha esposa e o que subentendi da resposta do CRC de Vila Nova de Gaia, as consultas foram submetidas aos órgãos em maio/2025 ou antes, pois lembro-me de já terem referido anteriormente (salvo erro em contrário) algo neste sentido.
Agora que vi @CarlosASP que marquei o Carlos errado. Desculpa ambos.
Não consigo mais editar a MSG original.
Faz sentido a ACP estar na dependência da resposta de entidades externas, como a AIMA. Porém, outras conservatórias parecem não padecer do mesmo problema com tanta severidade.
Se me recordo bem, os processos 6.1 em Lisboa estavam atrasados em relação aos da ACP há alguns meses. Hoje estão à frente.
Fica a sensação de que os motivos não são só esses.
Engraçado que eu vi em um outro tópico que o CRC de Lisboa já tinha avançado para janeiro/24. Ou seja, as entidades respondem para Lisboa mas não para o Porto? Muito estranho isso...
@EpsilonOrionis infelizmente o CRC Coimbra e o CRC Vila Nova de Gaia, aparentemente, padecem.
@Morps @EpsilonOrionis
As tabelas da ACP e CRCentrais Lisboa podem não estar informando exatamente a mesma coisa.
ACP coloca junto "análise/decisão", enquanto Lisboa coloca só "análise".
Não dá para cravar que seja isso, mas Lisboa pode estar dizendo algo assim: "os oficiais já olharam todos os pedidos até essa data, e mandamos as consultas externas para pedidos até essa data; quando recebermos as respostas aí eles irão para o conservador".
Pode ver que o título da tabela de Lisboa é "Data de análise (processos novos) - Oficial registos" (o negrito é meu)... somente para 3.1 (casamento) Lisboa abre a informação de que os processos já estão na fase de "decisão".
Enquanto ACP pode estar dizendo: "até a data X já analisamos tudo, já recebemos as respostas das consultas externas e agora está na pilha do conservador para decidir". Pois "decisão" é algo que só o conservador pode fazer.
Seriam estágios diferentes.
Além disso, curioso se alguém sabe exatamente como a AIMA (que parecer ser o gargalo) responde a essas consultas. É na base estritamente FIFO (pela ordem individual de chegada), ou são criados lotes e, de tempos em tempos, se processam muitos pedidos de uma vez? Como já se viu por outros motivos (autorizações de residência, renovação etc), a AIMA está longe de ser algo eficiente.