Solicitação de cidadania 1C ou 1D maior de 18 anos

Olá, pessoal! Estou prestes a dar entrada na documentação de cidadania e tenho uma dúvida importante sobre qual estratégia adotar.

Tenho duas possibilidades: fazer o processo em 'escadinha' (duas atribuições 1C seguidas, passando primeiro para o pai e depois para a filho) ou entrar com o pedido diretamente como neto (1D).

Pelo que acompanhei nas planilhas do forum, os processos 1C no ACP estão levando no máximo 1 ano e meio, enquanto os de neto (1D) em Lisboa chegam a demorar cerca de 5 anos.

Gostaria de saber da experiência prática de vocês: fazer a escadinha (1C + 1C) é realmente a rota mais rápida no cenário atual, mesmo tendo que esperar a conclusão do primeiro processo para iniciar o segundo? Vale a pena o investimento em dobro? Agradeço desde já!

Comentários

  • @Jhonson

    1D agora tem requisitos a mais que não foram regulamentados e ninguém sabe como serão atendidos.

    Faça dois 1C e mande sempre para o Porto (ACP).

    Confira o guia apropriado para o seu caso na parte de guias do fórum.

  • Fazer 2 processos de filhos é mais rapido que 1 de neto, mas o custo realmente é maior.

    Se fizer 2 processos de filho pelo ACP, em menos de 3 anos estará com a cidadania. Um processo de neto a previsão é de mais de 5 anos, além de ter mais exigências que nem regulamentadas estão.

    Aí acaba sendo uma decisão pessoal se vale a pena o gasto maior para obter a cidadania alguns anos mais cedo e sem esse risco das novas exigências.

  • editado August 20

    @Jhonson

    A "escadinha" além de mais rápida (tende a ser metade do tempo de um único processo de neto), é a estratégia mais segura. O processo de neto tem um monte de requisitos e "senões" que nem regulamentados estão ainda, além de serem pontos que podem trazer problemas, têm o risco de, no mínimo, atrasar ainda mais o processo (comprovar conhecimento da cultura, simbolos nacionais, adesão a estado de direito, conhecimento de direitos e deveres, comprovar que é fã do Roberto Leal, demonstrar que sabe cantar fado, sabe dançar o Vira, que é torcedor do Vasco ou da Portuguesa etc etc). Esses últimos obviamente são brincadeira, mas acho que você entendeu a idéia.

    Um processo de filho não tem nada disso, basta comprovar pelas certidões que é filho e que foi perfilhado na menoridade. Simples e seguro. Se o filho do português é vivo, faça o dele primeiro e só depois o seu.

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