Ajuda para localizar documentos portugueses
Olá, pessoal!
Estou tentando localizar o registro de nascimento ou batismo de um antepassado e preciso de ajuda com a pesquisa.
📌 Nome da pessoa:
- Boneres Augusto da Fonseca
- ou também registrado como
- Boneres Augusto Ferreira da Cruz
Ele aparece com o proimeiro nome em uma certidao de casamento dele e aparece com o segundo nome na certidadao de casamento de um filho dele.
📅 Ano aproximado de nascimento:
- Entre 1884 e 1885
👨👩👧 Filiação conhecida:
- Pai: João Alves Ferreira
- Mãe: Maria Lucinda Fonseca
👶 Filho dele:
- João Augusto Ferreira da Cruz (casado em 1944)
📍 Informações adicionais:
Ele aparece como casado com Maria de Jesus Castro em 06/11/1913, Distrito Federal (Rio de Janeiro – Brasil).
Tenho a certidão de casamento civil, mas ainda não consegui encontrar o documento de nascimento ou batismo.
Estou especialmente interessado em descobrir:
✔ Local de nascimento (cidade/freguesia/país)
✔ Registro original de nascimento/batismo
✔ Possível origem em Portugal ou no Brasil
Já procurei e nao consegui achar no FamilySearch, / Tombo.pt
UNico registro que eu achei foi esse que nao me ajudou:
Matrimônios: Rio de Janeiro. Registros de casamento fevereiro de 1944–agosto de 1944

Comentários
@Ribeiro Mais uma peça no quebra cabeças: O casal português teve também uma filha chamada Carminda, nascida no Rio de janeiro em 1914:
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939F-KFS3-P1?view=index&personArk=%2Fark%3A%2F61903%2F1%3A1%3A6X8J-X2CM&action=view&cc=1719212&lang=pt&groupId=M932-WN8
Neste registo de batismo os pais aparecem como: Boanerges Augusto Ferreira da Cruz e Maria de Jesus Ferreira de Castro.
Este nome Boanerges até se encontra em Portugal/Brasil, diferentemente do Bonares.
@Ribeiro ,
encontrei estes três hits no MyHeritage:
O primeiro é uma árvore que, eu suspeito, seja sua ou de algum parente próximo seu, pois tem basicamente as informações que você postou aqui (ou seja, não é de grande ajuda). Os outros dois são artigos de jornal que confirmam o nome do Bonerges, ao menos em documentos oficiais (pois me parecem ser comunicados da prefeitura sobre exigências a algum estabelecimento comercial). Não consegui abrir o artigo em si, pois não assino o OldNews (caro demais e, para periódicos do Brasil, é dispensável, dado que a Hemeroteca da Biblioteca Nacional tem tudo isso e é de graça) e infelizmente a Hemeroteca está com problemas no momento (até abre, mas as pesquisas retornam sempre vazias). Mas eu diria que o artigo não vai ajudar em nada além de confirmar que o nome dele é mesmo esse.
Não sei se, depois de quase cem anos, os registros comerciais ainda existiriam (na prefeitura ou em outro local), mas uma vez que a hemeroteca retorne (acho que só segunda-feira, pela experiência que tenho com as panes dela em finais de semana), seria interessante verificar exatamente o nome do estabelecimento comercial e o endereço e ver se é possível, com estas informações, conseguir algo mais concreto na prefeitura.
Procuro registo paroquial de batismo da mãe de João Correia nascido em 01.05.1920,na certidão de nascimento dele diz que a mãe á data tinha 34 anos portanto deverá ter nascido em 1885/86, natural freguesia de Castelo , Concelho de Moimenta da Beira, filjha de Joaquim da Fonseca e de Margarida Augusta.
nos registos Paroquiais de Castelo vi desde 1884 até 87 e não encontrei nada, até posso ter visto mal.
Solicito ajuda a quem o puder fazer eu agradeço
Cumprimentos
Cesar
@cesardias ,
creio que você esquecer de dizer o nome dela (da mãe do João Correia). 😊
Independente disso: estas idades de pai e mãe em batismos e nascimentos costumam ser aproximações. Assim, se pelas contas que você fez ela teria nascido entre 1885 e 1886, eu sugeriria procurar PELO MENOS entre 1880 e 1890 (e mesmo assim pode estar em um ano anterior ou posterior).
De onde você tirou a informação da freguesia de nascimento dela? Também está no nascimento dele?
@Ribeiro
Descobri de onde a família era: Freguesia de Penedono, Concelho de Penedono, Viseu.
Este Fausto n27/1888 https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/fcb8bd7bc458469e80a587719eba81bd?isRepresentation=false&selectedFile=54777907&fileType=IMAGE é irmão dele. Um fato interessante é que nasceu no Brasil (Macaé, Rio de Janeiro) um ano antes e foi batizado “em perigo de vida”… mas os nomes dos pais batem, inclusive o pai usava o sobrenome “da Cruz”.
Não tive tempo pra fazer isto mas sugiro que folheie este mesmo livro do link acima e procure pelo registro do Boanerges. Olhe alguns anos (3 a 5 anos) antes e depois da data estimada e depois nos conte se achou.
@Ribeiro @AlanNogueira Realmente, o João Alves Ferreira da Cruz veio para o Brasil com sua esposa em 1882, usando o passaporte https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/b28692a823a547adafc154b482bd2f6e?isRepresentation=false&selectedFile=55308404&fileType=IMAGE
(registro 418). Tendo desembarcado no RJ em 14/04/1882 a bordo do navio TAGUS. http://imagem.sian.an.gov.br/acervo/derivadas/BR_RJANRIO_OL/0/RPV/PRJ/01651/BR_RJANRIO_OL_0_RPV_PRJ_01651_d0001de0001.pdf
@Ribeiro @AlanNogueira O casal já tinha vindo antes ao Brasil em 1874: Registro 330 .
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/523e91990afb48d3b15bd280408b7f99?isRepresentation=false&selectedFile=55305375&fileType=IMAGE
Algumas considerações temporais: O Fausto nasceu em 14/06/1887, em Macaé - RJ, quando a mãe Lucinda já tinha 45 anos, o que era muito raro naquela época, e batizado em 1888 em Portugal. Com isso, pode-se supor que o Bonares ou Bonageres nasceu antes dessa data (a mãe não teria condições de ter filhos depois ), ou seja, do início de 1886 para trás. Como o casal chegou pela 2ª vez ao Brasil em 14/04/1882, e no passaporte não constava que estivessem levando filhos, temos a real possibilidade do Bonares ter nascido entre final de 1882 e início de 1886, mas nesse caso poderia ser em Macaé - RJ ou Penedono, pois não sabemos a data de retorno do casal para Portugal. Se nasceu em Macaé, teria ele também sido batizado em Portugal, tal qual o irmão Fausto? Lembrando que este último foi batizado (ou rebatizado!!) por correr perigo de vida.
@Nairolasai ótimos achados, de certo modo explica melhor a dinâmica da família entre as duas cidades e abre uma esperança de que ainda que eventualmente tenha nascido em Macae tenha sido “rebatizado” em Penedono. Isso de certa forma amplia o número de anos a buscar nos livros de Penedono. @Ribeiro acho q vale a pena vc folhear o livro inteiro pois o período de busca aumentou muito
@Ribeiro @Nairolasai @AlanNogueira , contrariamente às minhas expectativas a Hemeroteca voltou a funcionar hoje. As buscas não encontram esse Boneres (encontram outro), mas fui diretamente nas edições citadas no MyHeritage. Não encontrei a menção da edição de 1931 (pode até estar lá, mas não achei), mas segue a de 1932:
https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=030015_05&pasta=ano%20193&pagfis=20791
Isso não ajuda em nada, exceto para fixar o nome usado (aqui no Brasil, ao menos). Há uma possibilidade remotíssima de que possa haver algum documento adicional dele perdido em alguma repartição por aí, dado que ele aparentemente tinha algum comércio, mas eu não apostaria nisso.
@Ribeiro @Nairolasai @andrelas
Mais alguns elementos:
1) "Boneres" se casou religiosamente no RJ em 1913, contava com 27 anos e consta que foi batizado em Penedono, confirmando nossas suspeitas: https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:939F-RZSG-FC?view=index&personArk=%2Fark%3A%2F61903%2F1%3A1%3A6X8G-BYTK&action=view&cc=1719212&lang=pt&groupId=M9H3-12B isso colocaria o nascimento dele por volta de 1885/6 (se tiver declarado data correra...)
2) Os pais dele se casaram em Penedono no ano de 1881 https://cloud.archeevo.pt/viewer/descriptions/23147/487557 - fato curioso é que o pai Joao Alves Ferreira da Cruz era "viuvo de Maria Albina", que faleceu em Macaé/RJ/Brasil. O passaporte que @Nairolasai encontrou de 1882 certamente é de Joao com Maria Lucinda e provavelmente nao trouxeram filhos pois foi pouco tempo apos o casamento. Amae Maria Lucinda tinha apenas 24 anos na data do casamento, isso abre hipotese para "Boneres" ter nascido após Fausto...
3) Já passaporte de 1876 fala apenas Joao... e "sua mulher" (este passaporte deve ser dele com a primeira esposa que faleceu em Macaé, Maria Albina). Este o casamento de Joao e Maria Albina em Penedono (1864) https://cloud.archeevo.pt/viewer/descriptions/23130/487399
4) Boneres foi o declarante do registro de óbito de seu pai Joao no Rio de Janeiro em 1913 https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:S3HT-D4LN-MB?view=index&personArk=%2Fark%3A%2F61903%2F1%3A1%3A79HG-352M&action=view&cc=1582573&lang=pt&groupId=
5) Este provavelmente é o nascimento da mae dele (Maria Lucinda) em Penedono https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:6FFH-DZMT?lang=pt mas nao consegui abrir a imagem nem encontra-la nos livros de Penedono. Reparei que essa freguesia tem livros bastante "bagunçados" - alguns listados como sendo do Arquivo Distrital de Viseu e outros como do Arquivo do Museu Diocesano de Lamego, varios com datas coincidentes mas com conteudos diversos. Alguns periodos so tem em um ou no outro e periodos coincidentes nem sempre listam os mesmos registros... vai ser um busca bem complicada...
Ola..
Fui fazer a transcricao de casamento do meu bisavo no RJ. Nos documentos aqui do Brasil, consta o nome dele como sendo Joao Batista Soares Alcantara. No assento de batismo portugues (de 1844) consta somente como Joao. O consulado devolveu alegando que nao entendia de onde veio o nome Batista e que no assento nao constava joao Batista. Eles sugeriram retificar os documentos retirando Batista. Sendo assim, como devo proceder? Entendo que talvez seria possivel achar algum outro documento portugues alem do assento (passaporte ou outro) onde conste Joao Batista. Isso seria possivel?
Desde Ja agradeco!
@Nilton11
O consulado do RJ é rápido, mas como todo consulado cria dificuldades desnecessárias. Acredito que o Batista seja parte do nome composto devocional (relacionado à fé) que o português adotou na vida adulta, havia certa liberdade para isso nessa época em que não havia regras tão claras como hoje para composição de nomes e sobrenomes.
Não era incomum a pessoa incorporar “de Deus”, “dos Reis”, “da Cruz”, “de Maria”, “de Jesus”, “Batista”, sem isso ter relação alguma com os nomes dos pais ou avós. Na família da minha mãe um tetra-avô quando migrou para o Brasil, por volta de 1850, decidiu inventar um sobrenome (não devocional) que basicamente não existe em lugar nenhum e esse nome passou de geração em geração. O resultado é que por ser um sobrenome que não veio de lugar algum, é possível afirmar sem medo de errar que se encontro uma pessoa com esse sobrenome é meu parente, mesmo que distante.
As opções que vejo para o seu caso:
Por último, uma curiosidade: a pessoa nasceu em 1844 e o neto ainda é vivo para pedir a cidadania?
@LeoSantos @AlanNogueira @eduardo_augusto @andrelas @Destefano alguma sugestão?
@Ribeiro @Andreas Com as excelentes descobertas do @AlanNogueira podemos agora traçar uma nova linha do tempo em relação ao caso Boneres:
De tudo isso a maior probabilidade é que o Boneres tenha sido batizado em Penedono, sendo a data mais provável situada nos anos de 1885 e 86 (se a idade apontada no seu casamento estiver correta), mas o registro não foi encontrado. No entanto, não se pode descartar a possibilidade de ter sido batizado também em Macaé. A 3ª vinda do seu pai João para o Brasil ocorreu entre entre 1888 e 1913.
@Nilton11 @ecoutinho ,
se todos os outros dados (nomes dos pais, avós, etc) batem, possivelmente é mesmo o que o ecoutinho disse (nome acrescentado por conta própria). tenho vários por aqui... Um dos meus bisavôs portugueses foi batizado como "Carlos" e, por conta própria, enfiou um "Augusto" no casamento, virando "Carlos Augusto", possivelmente porque os irmãos todos tinham esse segundo nome e ele não. Felizmente não precisei fazer minha cidadania por ele (fiz por um avô de outro ramo), mas minha prima (este avô não é avô dela) está tentando por ele. Não sabemos se haverá exigência ainda, já que o processo está no limbo do IRN há uns anos, mas é uma incógnita.
Não vejo muitas opções. A mais segura (mas BEM trabalhosa e com algum custo) seria TENTAR retificar o nome aqui (tem que ver se o juiz aceita a retificação). Já a menos trabalhosa, mas que traz um risco de exigência maior, é tentar a transcrição diretamente em Portugal e ver no que dá.
Mas reforço a pergunta do ecoutinho: se ele nasceu em 1844, digamos que teve filho aos quarenta anos de idade (1884). Digamos que este filho teve um filho também com quarenta anos (1924). Este neto do português ainda está vivo e é para ele a cidadania? Ou há outra razão para você estar fazendo esta transcrição?
@Ribeiro @AlanNogueira Encontrei o registro de nascimento de uma irmã do Bonares, chamada Virginia Fonseca Cruz, nascida em 29/05/1891. Com isso já sabemos que os pais vieram para o Brasil entre 1888 e 1891. https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:S3HY-67Z9-1PW?view=index&cc=1582573&lang=pt&groupId=M9DF-D4Q
@Nilton11
Como sempre muito lúcidas as considerações do @ecoutinho, dentre todas as opções eu no seu lugar encaminharia a transcrição diretamente para PT que muito provavelmente não irá fazer essa exigência quanto ao nome "João Batista" tendo em vista que é uma variação bem comum. Como ele bem explicou os consulados as vezes criam algumas exigências a mais... o ruim dessa história é que o consulado do RJ é conhecido por ser muito mais rápido do que as conservatórias em PT para fazer essas transcrições de casamento, mas creio que qualquer outro caminho que tomar irá lhe tomar ainda mais tempo. Eu acredito que dará certo, mas de todo modo se der errado ainda tem a opção da retitificação como explicou muito bem também o @andrelas - acho inclusive que dando certo a transcrição isso de certo modo resolveria o problema da retificação pois teria um documento portugues "fixando" esse nome utilizado na vida adulta.
Mas também fiquei com a mesma curiosidade dos colegas, quantos anos tem o(a) neto(a) dessa pessoa nascida em 1844? Atente-se a este ponto pois se o neto do portugues for falecido não é possível pedir a cidadania... se for vivo acredito que já seja bem idoso, neste caso sugiro que já envie o processo de nacionalidade faltando essa transcrição de casamento a faça-a em paralelo para tentar ganhar um pouco de tempo, infelizmente estes processos estão demorando muito atualmente...
@Nairolasai @Ribeiro @andrelas
A linha do tempo que voce fez acima facilita muito o entendimento do caso, pois realmente está bem complicado com essas várias idas e vindas do casal entre Macaé e Penedono neste período.
O batismo da mãe de Bonares em 1857 acho que é o do link do family search, seria preciso ir em CHF para ver a imagem, mas creio que não seja relevante para o processo de nacionalidade, onde será preciso tão somente o batismo dele, não podendo ser suprido pelo batismo da mãe. Coloco aqui novamente o link https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:6FFH-DZMT?lang=pt apenas para facilitar. O que é "importante" para mim neste documento é que ele me mostrou que essa freguesia tem livros bastante "bagunçados" - alguns listados como sendo do Arquivo Distrital de Viseu e outros como do Arquivo do Museu Diocesano de Lamego, varios com datas coincidentes mas com conteudos diversos. Alguns periodos so tem em um ou no outro e periodos coincidentes nem sempre listam os mesmos registros... vai ser um busca bem complicada...
Passei o olho rapidamente no livro inteiro de 1882-1889 e não achei o batismo de Boneres (ou outra grafia), mas como o livro é grande não fui procurando pelo nome dos pais para ver se encontrava algum irmão. Este periodo está todo condensado em um unico arquivo, e outros anos do outro Arquivo Distrital estão separados por ano... como dito esses livros estão bastante bagunçados, é possível que tenha sido batizado lá porem seu batismo esteja em algum outro livro da freguesia, ou até mesmo tenha sido lançado de forma esparça em algum outro livro de fora do periodo...
@AlanNogueira Será que valeria a pena tentar na paróquia de Macaé???
Estou com muita dificuldade de folhear os registros pois o Digtarq fica rodando a bolinha azul e demora minutos pra mudar de página.
@Nairolasai há uma grande possibilidade também... mas como ele no casamento se declarou batizado em Penedono, e considerando essa bagunça dos livros da freguesia, acredito que o melhor seria tentar localizar por lá primeiro (talvez pedir busca no Arquivo distrital e no Arquivo do Museu Diocesano de Lamego)... Mas de fato há mesmo essa possibilidade de assim como Fausto ter nascido em Macaé!
O portugues se casou e teve filhos com 61 anos, e o filho dele, por sua vez, teve minha mae na terceira idade tambem e minha mae hoje esta na terceira idade. Eu encontrei os documentos mas acabei pagando uma consultoria. Eles acabaram de entrar, ha pouco tempo, com os dois processos em paralelo (cidadania e retificacao).
A minha duvida era essa, se ele tinha esse segundo nome de batismo (entao talvez seria possivel achar algum documento portugues para provar ao consulado aqui do RJ) ou se o nome foi colocado na vida adulta por conta propria.
A consultoria recomendou retirar esse sobrenome dos documentos e mandar pro consulado aqui do RJ ao inves de mandar a retificacao pra PT pois pelo que achei na internet, eu suspeito (nao tenho certeza) que ele foi casado outras vezes antes da minha bisavo e, por isso, o consulado de PT talvez pedisse a transcricao desses outros casamentos.
@ecoutinho @AlanNogueira @andrelas
Olá, pessoal!
Estou tentando localizar o registro de nascimento ou batismo de um antepassado e preciso de ajuda com a pesquisa.
📌 Nome da pessoa:
Manoel Cerqueira:
filho de Antônio Cerqueira e Maria Gonçalves Cerqueira, provavelmente da região de Amarante, Porto. Provavelmente nasceu entre 1874 a 1876.
Casado com:
Maria Gonçalves Foz:
Filha de José Gonçalves Foz e de Josepha Gonçalves Pinto, provavelmente da mesma região. Nasceu provavelmente entre 1875 e 1880.
Tem a certidão de óbito dos dois aqui no Brasil
Já procurei e nao consegui achar no FamilySearch, / Tombo.pt
@Richard75 O registo de batismo do Manoel é esse:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/99726f5abf8d4b398616168775a4e2b6?isRepresentation=false&selectedFile=62693403&fileType=IMAGE
Freguesia de Aboadela, Amarante, Porto, nascido em 30/8/1874
No assento tem a correção no final, do nome de José para Manoel
@ecoutinho concordo com tudo que vc falou:
Boa tarde tenhos quase todos os registros dos meus antepassados , algo me intriga só tenho registro de entrada de um antepassado e dos óbitos tenho quase todos menos do meu avós
pode ser até desconfio os pais podem ter dado entrada com os filhos.
Hoje recomeço essa busca
Tem algumas dicas de site tirando o F S e site de hospedaria do bras ?
@amadasilva Se chegaram por Santos, já procurou no Arquivo Público do Estado de São Paulo?
Já encontrei certidões com mais de 100 anos iniciando a busca por aqui https://crav.arquivos.pt/ . Só criar o login e em novo pedido optar por Pedido de Pesquisa.
Com o nome, nome dos pais e data de nascimento aproximada já dá pra pesquisar. No inicio vc tem que escolher em qual arquivi distrital quer escolher. Se já souber o distrito, concelho e freguesia, ótimo! Se não souber pesquise distrito por distrito (são só 18) sem precisar informar concelho e freguesia. A pesquisa é gratuita, só paga quando o documento é localizado.
Talvez ajude em algum caso
Boa tarde, podem me ajudar? A tia do meu marido é portuguesa e disse que quando os 5 filhos eram crianças, pediu a cidadania deles; mas somente chegou carta para 4 filhos e outro não chegou. Isso foi nos anos 80. Como consigo ajudar a descobrir se ele tem assento português também? Obrigada.
@pamellapeluzio acredito que a forma mais simples é pedir a certidao dele pelo civilonline (custa 10 euros e respondem bem rapido) Como solicitar certidões pelo civilonline