Então pessoal, atualizando, agora tenho certeza que o assento de batismo que encontrei anteriormente, de pais incógnitos é de Eduardo Boaventura Soares, meu ascendente português:
Pesquisando os padrinhos deste assento, Bartholomeu Manoel Correa (cortador de talho) e Rita Roza, descobri 11 filhos deles. Mas, dois deles, Bartholo (1863) e Augusto (1867) tiveram como padrinhos Alexandre Soares Pinto de Andrade, casado com uma mulher de família importante da Espanha, era negociante, foi político, recebeu títulos de comendador e cavaleiro, nascido em 1814, faleceu em 1884 em Vitória, Porto. Mas a madrinha destes dois registros, não foi sua esposa, que ainda estava viva, foi MATHILDE BOAVENTURA, viúva ou solteira, de profissão governanta. Seguem assentos:
Assim, Mathilde Boaventura, deve ter tido um caso com este Alexandre Soares Pinto de Andrade e por isso o assento foi de pais incógnitos e a criança não foi para a roda ou foi exposto. Isso explica o nome Mathilde Boaventura Soares descrito nos documentos no Brasil como mãe de Eduardo e explica porque Eduardo era bem instruído e foi comerciante e político no Brasil. Claro que não terei todas as respostas, mas agora confio que este é o assento dele.
De qualquer forma, para o pedido de cidadania, a certidão de nascimento de Edu, filho de Eduardo, avô de meu pai, não consta os nomes dos avós paternos, assim já dei entrada com os documentos que tenho:
Se pedirem prova da ligação do assento de batismo de Eduardo, de pais incógnitos com a certidão de nascimento de seu filho Edu, sem os avós paternos, posso provar de duas formas:
1 - Conexão do passaporte (Eduardo Boaventura para Rio Grande do Sul, a idade bate) com o recenseamento (Eduardo Boaventura, nascido em Vitória, Porto na mesma data e local do assento de batismo).
2 - O padrinho e madrinha de batismo do assento de Eduardo teve outros dois filhos onde a mãe de Eduardo foi madrinha e o padrinho tinha sobrenome Soares.
Enfim, para cidadania minha busca acabou. Mas, para mim está apenas começando... ainda quero encontrar mais informações sobre sua mãe que encontrei agora.
Gostaria de agradecer a todos pelas dicas e motivação e, como sempre falo, toda ajuda é importante.
PS: Contribui para as arvores de Eduardo Boaventura Soares, Bartholomeu Manoel Correa e Alexandre Soares Pinto de Andrade, se desejarem pode contribuir também. Seguem abaixo:
Mesmo o assento sendo de pais incógnitos, Eduardo Boaventura Soares declarou no seu casamento e nascimentos dos filhos que seu pai era Joaquim Soares e sua mãe era Mathilde Boaventura Soares:
1. Sempre achei que Eduardo Boaventura Soares chegou no RS próximo ou no ano de seu casamento, porque não tinha nenhum documento antes disso. Agora descobri que ele já estava a pelo menos 10 anos antes, em 1894:
2. Aqui eu preciso de vossas opiniões. A Mathilde Boaventura (de Jesus) no assento de batismo como madrinha em 1862 se declara como viúva, mas em 1867 como solteira. Eu encontrei um registro de casamento de uma Mathilde Boaventura de Jesus na mesma cidade em 1858:
Então encontrei o óbito do marido desta Mathilde somente em 1872, mas achei muito estranho que primeiro se ignorou o nome da esposa e depois se adicionou corretamente:
Comentários
@guimoss @Leticialele @Guilherme Moreira
Então pessoal, atualizando, agora tenho certeza que o assento de batismo que encontrei anteriormente, de pais incógnitos é de Eduardo Boaventura Soares, meu ascendente português:
Explico:
Pesquisando os padrinhos deste assento, Bartholomeu Manoel Correa (cortador de talho) e Rita Roza, descobri 11 filhos deles. Mas, dois deles, Bartholo (1863) e Augusto (1867) tiveram como padrinhos Alexandre Soares Pinto de Andrade, casado com uma mulher de família importante da Espanha, era negociante, foi político, recebeu títulos de comendador e cavaleiro, nascido em 1814, faleceu em 1884 em Vitória, Porto. Mas a madrinha destes dois registros, não foi sua esposa, que ainda estava viva, foi MATHILDE BOAVENTURA, viúva ou solteira, de profissão governanta. Seguem assentos:
Assim, Mathilde Boaventura, deve ter tido um caso com este Alexandre Soares Pinto de Andrade e por isso o assento foi de pais incógnitos e a criança não foi para a roda ou foi exposto. Isso explica o nome Mathilde Boaventura Soares descrito nos documentos no Brasil como mãe de Eduardo e explica porque Eduardo era bem instruído e foi comerciante e político no Brasil. Claro que não terei todas as respostas, mas agora confio que este é o assento dele.
De qualquer forma, para o pedido de cidadania, a certidão de nascimento de Edu, filho de Eduardo, avô de meu pai, não consta os nomes dos avós paternos, assim já dei entrada com os documentos que tenho:
Se pedirem prova da ligação do assento de batismo de Eduardo, de pais incógnitos com a certidão de nascimento de seu filho Edu, sem os avós paternos, posso provar de duas formas:
1 - Conexão do passaporte (Eduardo Boaventura para Rio Grande do Sul, a idade bate) com o recenseamento (Eduardo Boaventura, nascido em Vitória, Porto na mesma data e local do assento de batismo).
2 - O padrinho e madrinha de batismo do assento de Eduardo teve outros dois filhos onde a mãe de Eduardo foi madrinha e o padrinho tinha sobrenome Soares.
Enfim, para cidadania minha busca acabou. Mas, para mim está apenas começando... ainda quero encontrar mais informações sobre sua mãe que encontrei agora.
Gostaria de agradecer a todos pelas dicas e motivação e, como sempre falo, toda ajuda é importante.
PS: Contribui para as arvores de Eduardo Boaventura Soares, Bartholomeu Manoel Correa e Alexandre Soares Pinto de Andrade, se desejarem pode contribuir também. Seguem abaixo:
Gostaria de uma opinião e aproveitar para atualizar os links dos documentos.
Atualizando links:
Como sabem continuo procurando provas de que a certidão encontrada é de meu bisavô Eduardo Boaventura Soares:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/96e5825f729a4d83b9217775a3b5aafc?isRepresentation=false&selectedFile=62164371&fileType=IMAGE
Mesmo o assento sendo de pais incógnitos, Eduardo Boaventura Soares declarou no seu casamento e nascimentos dos filhos que seu pai era Joaquim Soares e sua mãe era Mathilde Boaventura Soares:
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QS7-L9L6-1K27?view=explore&groupId=M9SS-3HH
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QSQ-G9L6-193X-5?view=explore&groupId=M9SS-38P
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QSQ-G9L6-19QY-R?view=explore&groupId=M9SS-38B
A árvore está aqui: https://www.familysearch.org/en/tree/pedigree/landscape/9NK5-BHG
O que me leva a acreditar que o assento é de Eduardo Boaventura é o Recenseamento dos Mancebos de 1887 que aponta este assento de batismo:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/ff5e474464fe496bbbc49186d1b60bb2?isRepresentation=false&selectedFile=61121887&fileType=IMAGE
Alem disso, no assento de batismo de Eduardo aparece um casal de padrinhos que teve dois de seus filhos batizabos como madrinha Mathilde Boaventura:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/37c5d73e14e547f68d405e96d9b20dc8?isRepresentation=false&selectedFile=61914904&fileType=IMAGE
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/5ca3357767f24e57972867033c6ea0cd?isRepresentation=false&selectedFile=61911534&fileType=IMAGE
Por fim, temos um passaporte para o Rio Grande do Sul de Eduardo Boaventura aos 14 anos:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/24be03737d044b3e8252b3d680fba03d?isRepresentation=false&selectedFile=58383008&fileType=IMAGE
Novas descobertas:
1. Sempre achei que Eduardo Boaventura Soares chegou no RS próximo ou no ano de seu casamento, porque não tinha nenhum documento antes disso. Agora descobri que ele já estava a pelo menos 10 anos antes, em 1894:
https://www.familysearch.org/ark:/61903/3:1:3QSQ-G9L6-197K-C?view=fullText&keywords=Eduardo%20Boaventura%20Soares%2CBoaventura%20Soares%2CBoaventura&lang=en&groupId=M9SS-38D
2. Aqui eu preciso de vossas opiniões. A Mathilde Boaventura (de Jesus) no assento de batismo como madrinha em 1862 se declara como viúva, mas em 1867 como solteira. Eu encontrei um registro de casamento de uma Mathilde Boaventura de Jesus na mesma cidade em 1858:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/9f3a715477eb4be69124eac390cd5270?isRepresentation=false&selectedFile=61836704&fileType=IMAGE
Eles tiveram uma filha e provavelmente um outro filho antes que não encontrei:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/daf0628710cf4e3e81ba2cf64126c20f?isRepresentation=false&selectedFile=61916295&fileType=IMAGE
Então encontrei o óbito do marido desta Mathilde somente em 1872, mas achei muito estranho que primeiro se ignorou o nome da esposa e depois se adicionou corretamente:
https://digitarq.arquivos.pt/fileViewer/daf0628710cf4e3e81ba2cf64126c20f?isRepresentation=false&selectedFile=61916295&fileType=IMAGE
Então pergunto aos pesquisadores, será que esta Mathilde encontrada agora seria a mesma Mathilde madrinha nos assentos?
Continuo buscando informações sobre Eduardo Boaventura Soares, qualquer ajuda, dica ou opinião é sempre bem vinda.